
Recentemente li o clássico “Jacques, o fatalista e seu amo”, de Denis Diderot. Depois de ter um bom tempo no Sebo onde o comprei, ficou outro tanto na prateleira de casa, de certa forma por receio de encarar um clássico. Soube deste livro por uma indicação, e não uma qualquer – Ítalo Calvino, no seu “Porque ler os clássicos”, e tentei começá-lo umas duas vezes mas achei que não era o momento. Não sei se fiz certo em aguardar, mas com certeza valeu a pena lê-lo – entrou para a lista dos meus favoritos. Uma escrita cativante e dinâmica, que dá vontade de ler sem parar até o fim.
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Como segundo tema deste blog, resolvi homenagear Horst Janssen, um artista que gosto muito e que infelizmente não tem ainda o devido (re)conhecimento público. Alemão nascido em 1929 foi desenhista, gravurista, ilustrador, e escritor. Ficou conhecido como excêntrico e egomaníaco, como ele mesmo se denominava, e pelos temas bastante variados que abordou na sua extensa obra – muitos auto-retratos, paisagens, objetos e sacanagem.
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Mapas carregam consigo uma fascinação especial para aqueles interessados em como a humanidade tentou entender e representar o mundo ou mesmo o universo. Desde mapas que indicavam a localização do Paraíso, rotas para peregrinos ou cruzados, o “crescimento” da Terra na visão dos europeus, até chegar aos trajetos de metrôs, mapas geológicos, estelares, etc., e claro, os atuais mapas dos sites de busca como o Google Maps. Mas o meu interesse mesmo são os mapas antigos, pela criatividade dos seus autores na composição gráfica e pela intrigante evolução da maneira de como os antigos viam o mundo.
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